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Pokémon GO: Sim! Também estou viciado!

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A série se iniciou nos jogos para Game Boy em 1996, no Japão. Depois tornou-se anime, mangá e foram lançados inúmeros produtos com a marca Pokémon ao redor do mundo. No Brasil, a série animada foi exibida no Cartoon Network e Rede Record (Eliana & Alegria).

Vinte anos depois de seu lançamento no Japão, o sucesso de Pokémon atinge patamares ainda maiores na era do smartphone com o jogo Pokémon GO.

Pokémon GO rapidamente se tornou uma nova febre mundial. O game faz o jogador se transformar em um Treinador de Pokémon no mundo real. Mesclando o virtual com a vida real através da tecnologia chamada Realidade Aumentada, pessoas do mundo todo estão passando muitas horas caminhando pelas ruas em busca dos Pokémon (abreviação de Pocket Monsters – Monstros de Bolso).

A internet, tv e mídia impressa se rendeu a Pokémon GO, sendo o assunto do momento e a simples menção ao jogo aumenta a visualização, audiência e vendas. Youtubers, por exemplo, alavancaram suas visualizações por simplesmente falar do assunto. Há notícias de pessoas saindo de depressão e crianças com Transtorno do Espectro Autista retomando a vida social fora de casa, tudo pela busca dos 150 Pokémon da primeira geração.

Mas como todo sucesso gera polêmica, levantou também o questionamento se o “vício” pelo jogo é seguro, já que a pessoa para capturar Pokémon precisa ficar atenta ao jogo, distraindo-se da vida real e correndo riscos de assaltos e atropelamentos. A dica é jogar acompanhado de amigos ou pais, em locais movimentados e iluminados, prestando atenção ao atravessar a rua.

Pokémon GO pretende expandir o universo dos Monstros de Bolso, com atualizações, novos Pokémon e novas funções.

Confira screenshots da minha jornada até o nível 21:

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